​Vigilantes de São Vicente em greve de 4 a 7 de Setembro

PorLourdes Fortes, Rádio Morabeza,26 ago 2026 13:15

Os trabalhadores de segurança privada das empresas Sepricav, Silmac e Sonasa, em São Vicente, anunciaram um pré-aviso de greve para os dias 4 a 7 de Setembro. Em causa, o alegado incumprimento da nova tabela salarial dos vigilantes, que entrou em vigor a 1 de Julho de 2026.

Resumo criado por IA

Os trabalhadores de segurança privada das empresas Sepricav, Silmac e Sonasa, em São Vicente, anunciaram um pré-aviso de greve para os dias 4 a 7 de Setembro. Em causa, o alegado incumprimento da nova tabela salarial dos vigilantes, que entrou em vigor a 1 de Julho de 2026.

O anúncio foi feito hoje pelo representante local do SIACSA, Heidy Ganeto, que afirma que os trabalhadores exigem o pagamento dos salários de acordo com a nova tabela.

“Depois de várias preocupações manifestadas pelos trabalhadores e perante a necessidade de encontrar soluções concretas, anunciamos igualmente a apresentação de um pré-aviso de greve para o período de 4 a 7 de Setembro, nos termos legalmente aplicáveis. Esta decisão não foi tomada de forma leviana. A greve constitui um instrumento de defesa dos trabalhadores e pretende chamar a atenção para problemas que precisam de ser resolvidos com urgência”, defende.

Os trabalhadores esperam que, antes da greve, seja possível chegar a um entendimento com as empresas e as autoridades.

O sindicalista pede ao Governo maior fiscalização às empresas de segurança privada para garantir o cumprimento da implementação da nova tabela salarial.

“Perante estas situações, fazemos um apelo directo ao Governo para que reforce a fiscalização às empresas de segurança privada. É fundamental que sejam realizadas inspeções regulares para verificar o cumprimento da nova tabela salarial, o pagamento correcto dos salários e demais direitos dos trabalhadores, o cumprimento das obrigações perante o INPS, o cumprimento dos horários e das condições de trabalho, o respeito pela legislação laboral e o cumprimento das demais obrigações legais das empresas de segurança privada”, enumera.

De acordo com o coordenador regional do Sindicato da Indústria Geral, Alimentação, Construção Civil e Afins (SIACSA), os trabalhadores entendem que “empresas que não cumprem as obrigações legais devem ser responsabilizadas e, em determinados casos, impedidas de participar em futuros concursos públicos”. 

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Autoria:Lourdes Fortes, Rádio Morabeza,26 ago 2026 13:15

Editado porSara Almeida  em  26 ago 2026 17:19

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